Empresários que tiveram seus estabelecimentos lacrados pela Prefeitura de Manaus querem prazo de 90 para se regularizarem, mas exigem que nesse período continuem funcionando. Na manhà desta quinta-feira eles protestaram contra o aperto dado pela fiscalização do município.
Mas as blitzes, autorizadas pelo prefeito Artur Neto, não poupaream nem a sede do governo municipal e as secretarias. Os bombeiros disseram que as condições do prédio da antiga escola de Mineraçã, na compensa, são precárias, mas o fechamento ou lacre não e necessário.
