Manaus/AM - O fim do contrato com a empresa Consladel, que administrava as corujinhas - radares - que medem a velocidade e aplicam multas de trânsito nas ruas da cidade, paralisou o serviço de fiscalização eletrônica desde o dia 8 de março.
Conforme o presidente do Manaustrans, Paulo Henrique Martins, essa situação deve perdurar por cerca de 60 dias, quando o processo licitatório em andamento for concluído e novos equipamentos da empresa que ganhar as licitação forem instalados.
O contrato com a Consladel está sendo objeto de investigação na Justiça.

