O vereador, Gilmar Nascimento, sem partido, que usou a tribuna, disse que caso a CMM aceitasse a admissibilidade da ação iria parecer que o presidente da casa, Isaac Tayah, hoje vice-prefeito, tinha interesse na saída de Amazonino Mendes, “E isso vossa excelência sabe que não é verdade. Pois em nenhum momento fez campanha para a admissibilidade do processo”, declarou o parlamentar.
O vereador Joaquim Lucena ingressou com o pedido de impeachment como base a falta de decoro de Amazonino no episódio do bate-boca no mês com uma cidadã paraense, moradora da Comunidade Santa Marta, Zona Norte de Manaus.

