
O advogado Alberto Simonnette ingressou com pedido de garantia da integridade física do prefeito de Coari, Adail Pinheiro, que teve a prisão preventiva decretada nesta sexta-feira pelo Tribunal de Justiça do Amazonas. Adail deve se entregar nas próximas horas. O pedido de garantia ocorre neste momento porque, segundo apurou o Portal do Holanda , ao ser preso em 2009 Adail chegou a ser jurado de morte, por isso cumpriu alguns dias de pena no comando da Polícia Militar.
O PH apurou que os advogados do prefeito entendem que Adail não pode ir para um presídio comum, devido o risco de morte que passaria a correr, mas essa decisão cabe agora ao desembargador Djalma Martins, que aceitou pedido do procurador geral de justiça e decretou a prisão do prefeito.


O CASO
Em 2006, a Polícia Federal passou a investigáar Adail devido a indícios de desvio de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). As denúncias de pedofilia começaram a aparecer no decurso dessas investigações em escutas telefônicas judicialmente autorizadas. As investigações culminaram na chamada Operação Vorax, cujo relatório foi divulgado em 2008. Desse relatório resultou a prisão do prefeito, em 2009. Em agosto de 2013, o prefeito depôs à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, da Câmara dos Deputados.

