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Cruz fecha retorno que beneficiava aCrítica e enfrenta a ira de Dissica

O fechamento de dois retornos que beneficiavam o jornal aCritica e a TV Amazonas, na rua André Araújo, acabou se transformando numa briga pessoal do  diretor de aCritica, Dissica Calderaro, contra o presidente do Instituto Municipal de Trânsito, Manaustrans,  Coronel  PM Walter Cruz. Dissica teve até nota de solidariedade do sindicato das empresas jornalísticas, assinada pelo tio dele, Joao Bosco Araújo.

A eliminação dos  retornos diminui o gargalo na área, onde o tráfego de veículos é lento nos horários de pico, mas provoca transtornos aos diretores e funcionários  da empresa, que agora são obrigados a se deslocar até a Citroen, contornar e em seguida voltar para lado direito da avenida. São apoximadamente 300 metros,   que agora têm que percorrer, em nome "do interesse público".

A medida foi adotada há dois anos em frente a TV Rio Negro, atual Band Manaus. Os diretores não reagiram. Mas Dissica mobilizou seu poder de fogo e conseguiu a solidariedade dos políticos, que prometem pedir a cabeça de Cruz.

O Sindicato das Empresas Jornalisticas do Estado do Amazonas  emitiu  uma nota, publicada na edição de aCrítica desta quinta-feira, na qual manifesta "repúdio" ao que chama de "manifestação intempestiva do senhor Coronel PM Walter Cruz, presidente da Manaustrans, com intuito de denegrir e intimidar o empresário de comunicaçao, Dissica Tomaz Calderaro, da rede Calderaro de Comunicação, quando o referido militar e homem público assumiu atitude imcompativel com a  importante função que ora desempenhada na adminsitração municipal".

A nota é asssinada pelo presidente em exercício, João Bezerra de Araújo, quye é tio de Dissica.

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