A questão do orçamento da administração do Tribunal de Justiça do Amazonas é um escândalo. Não é que o repasse - constitucional, o que em tese tornaria o Judiciário um poder harmônico e independente - seja pequeno. É que os gestores dessa conta gastaram e continuam gastando mal.
Esse problema não diz mais respeito apenas ao judiciário amazonense. Diz respeito a cada cidadão, que precisa agir, cobrar da justiça transparência na gastança de um dinheiro que afinal tem dono - cada um de nós, que paga impostos e se vê privado de uma justiça ágil, rápida, eficiente, que contemple interesses de quem a busca.
Viagens ao exterior, para participar de cursos, como a autorizada abaixo, com 14 diárias, poderiam ser cortadas. Ou o Judiciário não vive uma crise na capacidade de custear a sua manutenção ? O ideal é evitar o que vem depois da crise financeira - a crise de princípios... (RH)

