Manaus/AM - A Empresa Estadual de Turismo (Amazonastur) procurou, em 2020, promover o destino Amazonas, no suporte ao trade (empresários do setor) e na regularização de prestadores de serviços que não estão inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos do Ministério do Turismo (Cadastur). A Empresa também firmou, ao longo do ano, convênios com instituições federais para melhoria da infraestrutura turística que somam mais de R$ 15,6 milhões.
Para a presidente da Amazonastur, Roselene Medeiros, o ano foi de adaptar o planejamento para reduzir os impactos da pandemia no setor.
Como parte do programa de retomada do turismo, a Amazonastur colocou em prática o Plano de Retomada da Atividade Turística - Amazone-se, que reúne projetos e programas, visando impulsionar o crescimento do segmento, um dos mais impactados pela pandemia da Covid-19.
Programa
Além da promoção turística por meio de campanhas, o Amazone-se previu o ordenamento do setor, suporte ao empresariado e obras de infraestrutura turística. O projeto começou a ser implementado em julho e vai continuar durante todo o primeiro semestre de 2021.
Projetos
A assinatura de convênios com o Ministério do Turismo viabilizará quatro importantes obras. Dois desses projetos são para a adequação da Serra da Valéria no município de Parintins, um terceiro é para a implantação de infraestrutura para as comunidades indígenas Tatuyo, Cipiá, Tuyuka e Diakuru e o quarto é para a construção do Museu dos Bois de Parintins.
Obras
Ainda em relação à infraestrutura, está prestes a ser entregue à população a segunda etapa do Centro de Convenções do Amazonas Vasco Vasques (CCAVV), uma obra que, de 2015 a dezembro de 2018, tinha sido executada em apenas 14%. Os trabalhos avançaram a partir de 2019, no atual Governo, atingido, em 16 de dezembro deste ano, a marca de 92% de conclusão.

