O Pleno do Tribunal de Contas do Amazonas julgou irregular a parceria de mais de R$ 2 milhões celebrada entre a Secretaria de Cultura e o Instituto de Preservação Ambiental Social, Desportista Ecológico do Amazonas, e ainda aplicou multa de R$ 10 mil ao secretário Robério Braga.
O relator da matéria, conselheiro convocado Alípio Reis Firmo Filho, acompanhando parecer da procuradora de contas, Evelyn Freire de Carvalho Langaro Pareja, determinou que os autos do contrato fossem apensados a prestação de contas de Robério, exercício 2009.
Em seu parecer a procuradora solicitou que o Ministério Público do Trabalho da 11ª Região seja informado para realizar uma investigação relacionada a : terceirização ilícita de mão-de-obra" entre a Secretaria de Cultura e o Instituto Ambiental.

