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Consórcio formado pela UEA vence processo para administrar Centro de Bionegócios da Amazônia

Consórcio formado pela UEA vence processo para administrar Centro de Bionegócios da Amazônia
Consórcio formado pela UEA vence processo para administrar Centro de Bionegócios da Amazônia

Manaus/AM - O consórcio liderado pela Fundação Universitas de Estudos Amazônicos (FUEA) foi o vencedor do processo de chamamento público para seleção e qualificação de entidade privada que será responsável pela gestão do novo Centro de Bionegócios da Amazônia (CBA).

A FUEA é a instituição que, em conjunto com a Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT-SP), forma o pool declarado o vencedor do processo. 

Esse é mais um passo em direção à formalização da identidade jurídica do novo CBA, que foi oficializado com a publicação, no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (21).

O CBA é um complexo instalado em área de 12 mil metros quadrados e estruturado principalmente a partir de investimentos feitos pela Suframa, com o objetivo criar alternativas econômicas mediante a inovação tecnológica para o melhor aproveitamento econômico e social da biodiversidade amazônica de forma sustentável.

O consórcio já havia obtido pontuação suficiente para liderar tanto a primeira quanto a segunda fase do processo, cujos resultados foram divulgados, respectivamente, nos meses de setembro e dezembro.

A partir da publicação no DOU, a FUEA terá que atender às recomendações quanto à organização documental para que a última etapa - a assinatura presidencial e a publicação do decreto que oficializa todo o processo - possa ser concretizada.

Para o atual gestor do CBA, Fábio Calderaro, esse passo é importante para a sociedade, para o CBA e, consequentemente, para o adensamento da bioeconomia como um relevante vetor econômico da região. 

“A última etapa, a publicação do decreto que determinará o vencedor do edital como o responsável pela gestão do novo CBA, ratificará a lisura do processo, feito a várias mãos por entes que entendem a relevância de uma instituição como o CBA ter sua identidade jurídica para atuar como deve, contribuindo para o avanço da bioeconomia, da biotecnologia e do desenvolvimento socioeconômico regional, dentre tantos outros benefícios", disse o gestor do Centro.

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