Manaus/Am - O Conselho Federal de Medicina (CFM), caçou por unanimidade o registro do médico Carlos Cury, acusado de mutilar pelo menos 30 mulheres no Amazonas e em Rondônia. De acordo com o presidente do CFM, Carlos Vital Tavares Corrêa Lima, Cury atuava como falso cirurgião plástico.
Ainda segundo Lima, o processo que levou a cassação do profissional corresponde a dois procedimentos, um referente a uma cirurgia plástica do abdômen e uma bariátrica para correção de obesidade.
O médico começou a ser denunciado em 2013, quando uma das vítimas deu inicio a uma campanha a rede social para tentar localizar outras vítimas do médico.
