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CNJ quer que MP estadual mova ação contra ex-secretária do TJAM

Apesar de demitida do Tribunal de Justiça, por determinação do Conselho Nacional de Justiça  e excluida do polo passivo do processo movido contra ela no CNJ, onde respondia por  advocacia administrativa,  a ex-chefe de gabinete da presidência ndo Tribunal de Justiça, Rosely de Assis Fernandes, pode ser alvo de uma ação do Ministério Público estadual por advogacia administrativa e improbidade administrativa e corrupção passiva.

Ela, como secretária do ex-presidente Francisco Auzier, também excluído da ação porque se aposentou compulsoriamente, ao completar 70 anos, era a ponte entre o tribunal e o ex-prefeito de Coari, Adail Pinheiro, para quem intermediou, mediante suposto pagamento, liminares que beneficiaram  a quadrilha investigada pela Operação Vorax ,da Policia Federal.

O CNJ deve encaminhar ainda este mês ao Ministério Público Estadual o processo contra Rosely, solicitando que providências sejam adotada contra a ex-funcionária. Se for ajuizada a ação civil pública contra Rosely e a condenação ocorrer, ela pode  receber pena de três meses a um ano de  detenção, além de multa, segundo o artigo 321 do código penal. Pode também  ficar inabilitada para concorrer  a cargo público .

Conversas telefônicas gravadas pela Polícia Federal com autorização da jusitça comprovam que Rosely trabalhou para a organizaçao criminosa, como você pode ver nas degravações acima.

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