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CNJ mantém liminar que suspende criação de vagas de desembargador no Amazonas

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O plenário do Conselho Nacional de Justiça manteve na manhã desta terça-feira, por 12 votos a 3, liminar assinada pelo conselheiro Rubens Curado Silveira  que suspendeu o aumento de mais 7 vagas de desembargadores no Tribunal de Justiça do Amazonas.

Na decisão, o conselheiro determinava que o presidente do Tribunal, desembargador Ari Moutinho, informasse ao governador do Estado e ao presidente da ALE-AM que o aumento das vagas na Corte estava suspenso até o julgamento do mérito.

A liminar atendendo a pedido da desembargadora Graça Figueiredo, foi dada na quinta-feira passada.

Com a decisão tomada hoje por maioria dos conselheiros, o CNJ cria um impasse para a eleição e posse dos novos desembargadores e agora somente o Supremo Tribunal Federal, poderá desfazer o fato novo criado pelo Conselho.

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