O cirurgião dentista Milton César Freire da Silva, acusado de matar sua ex-esposa, a Perita Criminal da Polícia Civil, Lorena dos Santos Baptista, de 37 anos, assassinada com um tiro na cabeça, na madrugada de 5 de julho do ano passado, informou à juíza Mirza Telma de Oliveira, do 1ª Vara do Tribunal do Júri, onde o processo tramita há quase um ano, que se ausentará da cidade por motivo profissional.
O crime, que chocou a cidade, ocorreu na frente do filho do casal, de 11 anos no apartamento 202, Rua Rei Athur, do conjunto Vila Nova, no Parque 10, zona centro-sul de Manaus.
De acordo com informações da Polícia Civil, a perita que também atuava como presidente da Associação dos Peritos Oficiais do Estado, foi assassinada com uma pistola PT 40, mesma arma usada por ela quando estava de serviço.
Entenda o caso
Lorena foi encontrada morta por volta de 1h da manhã do dia 5 de julho. A primeira versão dada a polícia foi que a perita teria ido à casa de Milton, junto com o filho, para pedir a autorização dele para viajar a até Brasília. Por não saber onde o ex-esposo morava, pediu para que o menino a acompanhasse.
No entanto, Milton disse em depoimento na Delegacia de Homicídios, dias depois do crime, quando se apresentou, que a ex-mulher havia usado o filho para que pudesse entrar na casa dele.
De acordo com a versão do denunciado, p menino foi quem bateu na porta e, depois que o pai ouviu o choro da criança, resolveu abrir a porta e ao abrir Lorena já estava descontrolada e começou a discutir com ele.
O dentista declarou ainda que de uma pra outra Lorena puxou a arma da cintura e mirou para ele. Para defender-se, disse que tentou desarmá-la. Foi quando a arma, de forma acidenta, disparou, contou o autor do crime.
O delegado Mariolino Brito, da Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros representou pela prisão preventiva, mas a juíza Mirza Telma indeferiu. O crime completará um ano no dia 5.
O crime, que chocou a cidade, ocorreu na frente do filho do casal, de 11 anos no apartamento 202, Rua Rei Athur, do conjunto Vila Nova, no Parque 10, zona centro-sul de Manaus.
De acordo com informações da Polícia Civil, a perita que também atuava como presidente da Associação dos Peritos Oficiais do Estado, foi assassinada com uma pistola PT 40, mesma arma usada por ela quando estava de serviço.
Entenda o caso
Lorena foi encontrada morta por volta de 1h da manhã do dia 5 de julho. A primeira versão dada a polícia foi que a perita teria ido à casa de Milton, junto com o filho, para pedir a autorização dele para viajar a até Brasília. Por não saber onde o ex-esposo morava, pediu para que o menino a acompanhasse.
No entanto, Milton disse em depoimento na Delegacia de Homicídios, dias depois do crime, quando se apresentou, que a ex-mulher havia usado o filho para que pudesse entrar na casa dele.
De acordo com a versão do denunciado, p menino foi quem bateu na porta e, depois que o pai ouviu o choro da criança, resolveu abrir a porta e ao abrir Lorena já estava descontrolada e começou a discutir com ele.
O dentista declarou ainda que de uma pra outra Lorena puxou a arma da cintura e mirou para ele. Para defender-se, disse que tentou desarmá-la. Foi quando a arma, de forma acidenta, disparou, contou o autor do crime.
O delegado Mariolino Brito, da Delegacia Especializada de Homicídios e Sequestros representou pela prisão preventiva, mas a juíza Mirza Telma indeferiu. O crime completará um ano no dia 5.

