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Cirurgia com tecnologia avançada é realizada em Manaus

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No último dia 18 de março a equipe de otorrinolaringologia do hospital Beneficente Português do Amazonas, sob o comando dos médicos otorrinolaringologistas Dr. Leandro Tavares Flaiban e Dr. Leonardo Rueda, realizou a sinusectomia a laser (DCRL), procedimento que desobstrui os seios paranasais, com o emprego do laser de diodo com o aparelho Thera Lase Surgery.

A primeira cirurgia com esta tecnologia realizada na região é uma técnica já consagrada no resto do país e no mundo para cirurgias minimamente invasivas.

“Realizamos o procedimento cirúrgico em um paciente com problemas nos seios paranasais, a famosa sinusite crônica, doença que acumula secreção dentro do nariz, causando diversos problemas como dores de cabeça, entre outros. Todos os tratamentos clínicos possíveis foram realizados, mas sem sucesso, por isso o paciente precisou passar pelo processo cirúrgico e aproveitamos para realizar, pela primeira vez no estado, uma técnica nova que é o Laser de Diodo, tecnologia ultramoderna e que tem a vantagem de diminuir o sangramento durante a cirurgia, além do mais , ele tem a vantagem sobre os outros tipos de laser, pois consegue fazer o mesmo trabalho com menos dispersão de calor, maior precisão, evitando assim lesões nos tecidos adjacentes”, explica o Dr. Leandro.

Segundo os médicos, os pontos principais do laser são: corte e coagulação utilizando a laserterapia, menor tempo cirúrgico, menor exposição do paciente a dores pós operatórias, otimizando assim, o retorno deste as suas atividades laborais, conforme provam os trabalhos científicos publicados.

“Durante o processo, foi realizado ainda a cauterização de cornetos, onde conseguimos fazer pequenos pontos com o auxílio do laser e continuamente conseguimos diminuir o tamanho do corneto. Em relação à cauterização habitual que é possível fazer, têm uma melhor cicatrização e menos formação de crostas, além de uma retração adequada do tecido e torna desnecessário o uso de tampões nasais tão incomodativos.”, completa o Dr. Leonardo.

De acordo com os médicos, na maioria das vezes quem paga o custo do laser são os convênios e por se tratar uma técnica inclusa no rol de procedimentos da ANS não há grande dificuldade em autorizar o uso deste. O paciente só paga quando a cirurgia é particular.

Por enquanto, o laser de diodo ainda não está disponível na rede pública de saúde, mas acredita-se que não vai demorar a chegar aos principais hospitais da rede.

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