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CGL investiga suposta falsificação de certidão e pode punir Ultrafarma

Dois grandes fornecedores do Estado poderão ser penalizados com o impedimento de participarem de licitações ou prestarem qualquer serviço para o governo. É que  apresentaram   Certidão Conjunta Negativa de Débitos de Tributos Federais  e da Dívida Ativa da União  "supostamente não autêntica" em uma das concorrências das quais participaram na Comissão Geral de Licitação do Estado do Amazonas.

A Ultrafarma, Comércio de Produtos Farmacêuticos Ltda, é  uma grande fornecedora de medicamentos e está sendo investigada.  Uma portaria, com data de 24 de janeiro e assinada  pelo presidente da CGL, Epitácio de Alencar e Silva Neto,  institui Comissão Especial para apurar o caso e analisar as sanções que poderão ser aplicadas à empresa.

 O argumento legal  é que a Comissão Geral de Licitação tem a obrigação e zelar  "pela instrução escorreita dos processos de cadastro" , e que "cabe apurar toda e qualquer  conduta imprópria promovida pelos fornecedores".

A certidão que a Ultrafarma apresentou  tem o código de controle B19EA340.7BCE.F5F9 e é, segundo a CGL,  é  "supostamene não autêntica".

 Outro grande fornecedor  que pode ser penalizado  pela Comissão Geral de Licitação é   a Agroindustrial Capu Ltda. A empresa apresentou a mesma certidão da dívida ativa "supostamente não autêntica"à CGL.

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