O presidente da Superintendência Municipal de Trânsito e Transportes, Marcos Cavalcante, aproveitou sua entrevista no programa "Ponto Crítico", da Tv Acritica, para desqualificar as matérias veiculadas no jornal impresso da rede. Segundo ele, aCritica vem publicando uma porção de bobagens e citou um editorial no qual o jornal fala de uma reunião entre ele e "seus asseclas". Cavalcante explicou que a reunião teve a participação do Ministério Público e de setores da sociedade. E perguntou se o jornal quis dizer que o MP era seu assecla.
Cavalcante, muito à vontade, disse que jornalistas da rede estariam a serviço de terrceiros, interessados em atacar a prefeitura.. "Gente mal intencionada", disse ele.
O diretor do SMTT revelou também que, ao contrário do que vem sendo noticiado pelo jornal, o sistema temporal não vai acabar, mas que está sendo aprimorado.
"As pessoas poderão continuar pagando a passagem em dinheiro, porque isto é constitucional, disse Cavalcante, que pediu que os jornalistas deixassem de escrever "asneiras".
"Qualquer jornalista um pouco mais inteligente teria lido o contrato e analisado o que foi discutido, chegando à conclusão que não é nada disso que foi publicado", disse ele.
O presidente do SMTT também explicou que o prefeito Amazonino Mendes não asssinou a tarifa de R$ 1,80, como vem sendo divulgado, mas R$ 1,75, "preço que só será cobrado quando os onibus novos entrarem em operaçao em Manaus".
Para Cavalcante, Amazonino está construindo a Manaus do futuro, ao reorganzar o transporte coletivo na cicdade.
Cavalcante, muito à vontade, disse que jornalistas da rede estariam a serviço de terrceiros, interessados em atacar a prefeitura.. "Gente mal intencionada", disse ele.
O diretor do SMTT revelou também que, ao contrário do que vem sendo noticiado pelo jornal, o sistema temporal não vai acabar, mas que está sendo aprimorado.
"As pessoas poderão continuar pagando a passagem em dinheiro, porque isto é constitucional, disse Cavalcante, que pediu que os jornalistas deixassem de escrever "asneiras".
"Qualquer jornalista um pouco mais inteligente teria lido o contrato e analisado o que foi discutido, chegando à conclusão que não é nada disso que foi publicado", disse ele.
O presidente do SMTT também explicou que o prefeito Amazonino Mendes não asssinou a tarifa de R$ 1,80, como vem sendo divulgado, mas R$ 1,75, "preço que só será cobrado quando os onibus novos entrarem em operaçao em Manaus".
Para Cavalcante, Amazonino está construindo a Manaus do futuro, ao reorganzar o transporte coletivo na cicdade.

