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Casos de malária têm queda de 13% no Amazonas, mas população deve manter cuidados

Casos de malária têm queda de 13% no Amazonas, mas população deve manter cuidados
Casos de malária têm queda de 13% no Amazonas, mas população deve manter cuidados

Manaus/AM - De janeiro a julho deste ano, o Amazonas apresentou redução de 13,26% no número de casos de malária, em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados são da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), por meio da Fundação de Vigilância em Saúde Drª Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), que tem reforçado as ações de vigilância para o controle da malária no período sazonal da doença.

No ano passado, no período de janeiro a julho, foram registrados 30.127 casos de malária. Em 2022, os dados da FVS-RCP apontam 26.131 casos registrados da doença nos 62 municípios. Nos sete meses de monitoramento, março foi o mês com o maior número de registros, com 4.422 casos.

Julho de 2022 foi o mês com o menor número de casos no estado – somente 2.347 registros foram feitos.

A diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, ressalta que, mesmo com o cenário de redução, as equipes de vigilância em saúde estão orientadas a manter a vigilância ativa, já que o período de maio a setembro é mais crítico para a transmissão da malária.

“Nossa equipe do DVA tem trabalhado todas as estratégias para manter o cenário equilibrado. Não podemos esquecer que o combate à malária é uma ação coletiva que envolve não só os agentes de endemias, mas toda a população”, ressaltou.

Vigilância

Para contribuir com a vigilância e o controle, a população também  deve ficar atenta aos sintomas, em caso de suspeita, buscar o serviço de saúde. “Os pacientes precisam buscar os postos de diagnóstico para fazer a coleta da lâmina e, se positivo, iniciar e terminar o tratamento da malária, garantindo a cura”.

Os municípios estão orientados a ofertar o diagnóstico e o tratamento de maneira oportuna.

Prevenção

Entre as principais medidas de prevenção individual da malária estão o uso de mosquiteiros impregnados, roupas que protejam pernas e braços, telas em portas e janelas e uso de repelentes.

Por outro lado, as medidas de prevenção coletiva contra malária são borrifação intradomiciliar, uso de mosquiteiros, drenagem, pequenas obras de saneamento para eliminação de criadouros do vetor, aterro, limpeza das margens dos criadouros, modificação do fluxo da água, controle da vegetação aquática, melhoramento da moradia e das condições de trabalho e uso racional da terra.

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