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Caso Emparsanco “mofa” na Polícia Federal



As investigações do suposto esquema de compra de votos na campanha eleitoral de 2010 envolvendo as empresas Santher e Emparsanco S/A, no episódio em que o vendedor ambulante Edivaldo Lopes de Aguiar foi preso em flagrante em Manaus, no momento em que tentava receber o pagamento de cinco ordens bancárias no valor   de R$ 5 milhões, fazendo o uso de um documento de identidade falso, estão praticamente paradas. A operação ocorreu na semana que antecedeu o 1º turno das eleições gerais de 2010.

Edivaldo teria viajado de São Paulo a Manaus apenas para sacar os R$ 5 milhões. Até o momento, a PF do Amazonas não sabe informar qual campanha seria beneficiada com a suposta compra de votos. Na hora do saque, Edivaldo se apresentou com um documento com o nome do sócio majoritário da empresa Santher, Francisco Edivaldo Lopes. Edivaldo foi solto um mês após a prisão e o caso está parado na PF.

Quebra do sigilo bancário da Santher revelou que os R$ 5 milhões foram transferidos da conta da Emparsanco para a Santher.

A Emparsanco detêm contratos milionários com a Prefeitura de Manaus para serviços de infraestrutura e urbanização de vias na cidade. A empreiteira é acusada de ter recebido mais de R$ 85 milhões por obras que não teriam sido realizadas.  

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