O ex-governador Eduardo Braga já fala como senador eleito. Nesta quarta-feira, em entrevista à rádio aCritica, interrompeu
a repórter Adiane Diniz para pedir que ela não se dirigisse a ele como candidato, mas como Eduardo ou "candidato Eduardo". Braga explicou, no seu estilo educado e cortês, que era para não ser confundido com o concorrente.
O ex-governador deu pistas do que pretende após as eleições.A uma pergunta se aceitaria participar de um eventual governo Dilma Rousseff, caso ela o convidasse para participar do Ministério, disse que primeiro consultaria o povo. Como não há plebiscito para esse tipo de decisão, Braga deve mesmo deixar o Senado para a mulher, Sandra Braga, sua primeira suplente, ou para o segundo - o que é mais provável - o multimilionário Lírio Albino Parisotto, ( declarou bens no valor de R$ 616 milhões) dono da Videolar.
Na entrevista, os repórteres esqueceram e Braga não lembrou dos projetos ambientais ambiguamente implantados ou discutidos durante o seu governo, com exceção do Prosamim. Ao mesmo tempo em que defendeu nos últimos 6 anos temas relacionados a ecologia, como o "Floresta em pé", Eduardo mantinha no Acre uma atividade nociva ao meio-ambiente: a criação de gado.
Com o ego inflado pela última pesquisa do Ibope, que o aponta como detentor da preferência de 87 % do eleitorado, Braga - que só fala nele e sobre ele, inclusive no programa eleitoral - tem uma meta: 100% dos votos dos amazonenses.
No final da entrevista, ele pediu desculpas da jornalista "pelas brincadeiras". Jornalista tem que engolir essas coisas. mas no dia da eleição pode dar o troco, votando no "contrário".
a repórter Adiane Diniz para pedir que ela não se dirigisse a ele como candidato, mas como Eduardo ou "candidato Eduardo". Braga explicou, no seu estilo educado e cortês, que era para não ser confundido com o concorrente.
O ex-governador deu pistas do que pretende após as eleições.A uma pergunta se aceitaria participar de um eventual governo Dilma Rousseff, caso ela o convidasse para participar do Ministério, disse que primeiro consultaria o povo. Como não há plebiscito para esse tipo de decisão, Braga deve mesmo deixar o Senado para a mulher, Sandra Braga, sua primeira suplente, ou para o segundo - o que é mais provável - o multimilionário Lírio Albino Parisotto, ( declarou bens no valor de R$ 616 milhões) dono da Videolar.
Na entrevista, os repórteres esqueceram e Braga não lembrou dos projetos ambientais ambiguamente implantados ou discutidos durante o seu governo, com exceção do Prosamim. Ao mesmo tempo em que defendeu nos últimos 6 anos temas relacionados a ecologia, como o "Floresta em pé", Eduardo mantinha no Acre uma atividade nociva ao meio-ambiente: a criação de gado.
Com o ego inflado pela última pesquisa do Ibope, que o aponta como detentor da preferência de 87 % do eleitorado, Braga - que só fala nele e sobre ele, inclusive no programa eleitoral - tem uma meta: 100% dos votos dos amazonenses.
No final da entrevista, ele pediu desculpas da jornalista "pelas brincadeiras". Jornalista tem que engolir essas coisas. mas no dia da eleição pode dar o troco, votando no "contrário".

