DO ESTADO DO AMAZONAS - SINTJAM
NOTA DE REPÚDIO E ESCLARECIMENTO
A inspeção feita pelo CNJ ao Poder Judiciário do Estado do Amazonas, cujo relatório acusou inúmeras irregularidades na administração do então Presidente Francisco Auzier, não fora suficiente para coibir que seu sucessor o Presidente Domingos Jorge Chalub trilhasse o mesmo caminho de seu antecessor, pois ambos adotaram o princípio de não tornar público as contratações temporárias havidas em suas gestões, fato esse que se constata com as publicações de seus atos administrativos somente em data de 01.02.2010, quando o recente empossado Presidente João de Jesus Abdala Simões, leva a público ditas contratações, conforme pode se ver no Diário Eletrônico do dia 01.07.2010.
Mais causa-nos estranheza a declaração feita pela Senhora Marilene Barreto Guimarães, ex-coordenadora do Sintijam ao jornal à Crítica, na coluna Sim e Não, só agora ter se manifestado, pois a mesma fora parceira daquelas presidências, basta relembrar de noticias veiculadas no mesmo jornal das idas e vindas daqueles presidentes a sede do Sindicato quando a mesma era coordenadora. O silêncio na época da Senhora Marilene coincide com a assunção de vários dos diretores do sindicato que compunham sua gestão para cargos comissionados e participações em comissões remuneradas. A manifestação tardia da dita senhora se deve ao fato de não ter conseguido anular as eleições sindicais do Sintjam em que a mesma concorria para um quarto mandato integrado pelos mesmos diretores agraciados por cargos comissionados e integrantes de comissões acima explicitados.
Desta feita, a atual Gestão do SINDICATO DOS TRABALHADORES DA JUSTIÇA DO ESTADO DO AMAZONAS (SINTJAM), instituição classista de representação dos Servidores da Justiça do Estado, aproveita a oportunidade para, publicamente, apresentar elogios ao atual Presidente do Judiciário Estadual pela atitude firme na luta intransigente pela preservação da ética que culminou com a publicação das portarias das presidências anteriores que, ao arrepio do princípio constitucional, deixaram de dar publicidade aos atos administrativos por eles praticados, e ora desvelados; e espera que o Desembargador Presidente tome as medidas cabíveis para apurar a farra que esses senhores fizeram com o dinheiro público, que resultou no déficit declarado em sua posse no dia 29.06.2010, haja vista que não será o servidor que pagará essa conta.
A Diretoria.



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