O desembargador Domingos Chalub negou hoje que seja autor de atos secretos. Mas revelou que as nomeações que fez durante a sua administração como presidente do Tribunal de Justiça somam 240, quando o déficit do tribunal é de 1.200 funcionários. De acordo com Chalub, os contratados eram pessoas que prestavam serviço voluntário ao TJAM, algumas com mais de cinco anos, que nunca haviam recebido nada.
O desembargador revelou que achou injusta aquela situação. E negou que tenha dito para o jornal Diário do Amazonas que deixou de publicar atos em razão de sua enfermidade – ele sofreu um acidente em dezembro do ano passado. “Publiquei tudo no Diário Eletrônico", disse ele, sem mostrar as publicações.
O desembargador entende que a “republicação” dos decretos pelo desembargador João Simões apenas reforça o que ele já havia feito, e que esses servidores ficam no tribunal até o próximo concurso.
No TJAM o Blog do Holanda apurou junto a fonte ligada a presidência que as demissões ocorrerão nos próximos dias, pois os atos praticados na administração Auzier-Chalub não seguiram normas legais.
Domingos Chalub, que atualmente é vice-presidente do Tribunal de Justiça, não vê ilegalidade nenhuma. E, para deixar tudo muito claro, solicitou que a Corregedoria do Tribunal abra um procedimento Administrativo contra ele.,
O desembargador revelou que achou injusta aquela situação. E negou que tenha dito para o jornal Diário do Amazonas que deixou de publicar atos em razão de sua enfermidade – ele sofreu um acidente em dezembro do ano passado. “Publiquei tudo no Diário Eletrônico", disse ele, sem mostrar as publicações.
O desembargador entende que a “republicação” dos decretos pelo desembargador João Simões apenas reforça o que ele já havia feito, e que esses servidores ficam no tribunal até o próximo concurso.
No TJAM o Blog do Holanda apurou junto a fonte ligada a presidência que as demissões ocorrerão nos próximos dias, pois os atos praticados na administração Auzier-Chalub não seguiram normas legais.
Domingos Chalub, que atualmente é vice-presidente do Tribunal de Justiça, não vê ilegalidade nenhuma. E, para deixar tudo muito claro, solicitou que a Corregedoria do Tribunal abra um procedimento Administrativo contra ele.,




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