A reunião do Conselho da Marinha Mercante encerrou neste segunda feira o segundo dia de discussão sobre as prioridades do país e especialmente da região Norte na área de infraestrutura portuária, fortalecimento da indústria naval e a participação mais efetiva do Amazonas nas decisões do conselho. O estado foi representado pelo diretor da SNPH, coronel Luiz Gonzaga, e pelo advogado Ricardo Gomes, que representou o presidente da Afeam, Pedro Falabella, interessado em tornar a Agência de Fomento do Estado a repassadora de recursos para entidades dispostas a investir no setor.
Falabela briga há vários anos para trazer investimentos do Fundo para o Amazonas e acha que é a hora de o Estado ter a sua parte, pela sua malha fluvial, e a necessidade de romper o isolamento da região, utilizando os rios.
A SNPH saiu com a garantia de que seis balsas serão reformadas e outras construidas para servir a travessia da Ceasa e fazer a interligação entre alguns municipios.
A discussão, em Brasília, girou em torno de uma maior participação do estado e da necessidade de usar os rios para os transporte de passageiros na orla de Manaus, desafogando o trânsito na cidade. "É uma alternativa de transporte visando a copa de 2014", disse Ricardo Gomes.
O coronel Gonzaga disse que A SNPH e a Afeam levarão ao governador Omar Aziz a sugestão para ser criado um grupo de trabalho para acompanhar a aplicação dos recursos, ao tempo em que esse grupo definirá prioridades de investimentos.
O Amazonas pode receber até R$ 500 milhões do Fundo da Marinha mercanre nois pŕoximos três anos.
