Tayah disse que tomou conhecimento de que a direção empresa declarou desconhecer qualquer ação contra ela por parte do Ministério Público e, em conseqüência, não levaria em consideração a decisão da Justiça.
“Isso é o maior absurdo que já vi na minha vida pública. Essa empresa pensa que é dona desta terra? Pois, peço que os segmentos sociais organizados se mobilizem e apelo principalmente para a imprensa do Amazonas que tanto luta contra as injustiças que ajude a Câmara a fazer valer o direito do povo. De nossa parte, os vereadores desta Casa vão fazer uso de todos os instrumentos disponíveis, inclusive judiciais, para que a Águas do Amazonas entenda que a dignidade da população está acima de seus interesses. Ou entende isso ou vai embora daqui”, reclamou Tayah.
