O advogado Absalão Gonzales Júnior, preso num flagrante de extorsão e sequestro, ganhou liberdade na noite desta sexta-feira. O juiz plantonista Carlos Alberto Barbosa da Silva concedeu habeas corpus ao advogado. A medida também foi extensiva aos demais envolvidos - o empresário José Tadeu , o agente Edilberto Leonã e o delegado Hipólito Menezes Cordeiro, que mesmo foragido, ganhou um habeas corpus preventivo. Absalão estava preso no 5º Distrito Integrado de Polícia, em Santo Antônio.
A prisão do advogado mobilizou a Ordem dos Advogados do Brasil. Ele é acusado de manter em cárcere privado o empresário Antônio Jhonson. A versão agora é a de que a polícia se equivocou ao prender Absalão Gonzales Júnior, que estaria atuando apenas como advogado de uma das partes. O sindicato dos policiais civis também condenou a prisão dos policiais envolvidos no episódio e disse que houve excesso do sistema de segurança.
ENTENDA O CAS O
De acordo com fontes do Blog do Holanda , o Edilberto Leonã, em companhia de um outro policial, identificado por “Bira” sequestraram Antônio Jhonson, que foi levado na companhia do advogado Absalão Gonzales , do empresário José Tadeu e do segurança Rildo a um cartório da cidade, onde foi obrigado assinar a confissão de uma dívida no valor de R$ 200 mil. O grupo
manteve o empresário sequestrado por cinco horas, após invadir a loja dele, na Avenida Timbiras, na Cidade Nova. De acordo com a Polícia, antes de sequestrar o empresário, o grupo criminoso "confiscou" vários produtos da loja dele e os colocou em um caminhão baú.
Leia, abaixo, o post sobre o caso.
A prisão do advogado mobilizou a Ordem dos Advogados do Brasil. Ele é acusado de manter em cárcere privado o empresário Antônio Jhonson. A versão agora é a de que a polícia se equivocou ao prender Absalão Gonzales Júnior, que estaria atuando apenas como advogado de uma das partes. O sindicato dos policiais civis também condenou a prisão dos policiais envolvidos no episódio e disse que houve excesso do sistema de segurança.
ENTENDA O CAS O
De acordo com fontes do Blog do Holanda , o Edilberto Leonã, em companhia de um outro policial, identificado por “Bira” sequestraram Antônio Jhonson, que foi levado na companhia do advogado Absalão Gonzales , do empresário José Tadeu e do segurança Rildo a um cartório da cidade, onde foi obrigado assinar a confissão de uma dívida no valor de R$ 200 mil. O grupo
manteve o empresário sequestrado por cinco horas, após invadir a loja dele, na Avenida Timbiras, na Cidade Nova. De acordo com a Polícia, antes de sequestrar o empresário, o grupo criminoso "confiscou" vários produtos da loja dele e os colocou em um caminhão baú.
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