O magistrado atendeu a um requerimento da promotora de Justiça, Christiane Brandt, que solicitou a prisão de Jonas Neto, promotor aposentado compulsoriamente ano passado por envolvimento no Caso Vicente Cruz, o ex-procurador Geral de Justiça que, com a ajuda de Jonas Neto, adquiriu uma casa superfaturada.
Em junho de 2009 o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) decidiu aplicar ao promotor Jonas Neto Camelo a pena s de aposentadoria compulsória e perda do cargo.Os motivos para as sanções foram lesão aos cofres públicos e descumprimento do dever funcional, decorrentes da aquisição, por preço superfaturado de um imóvel situado em Apuí e destinado à instalação de Promotoria de Justiça, pertencente ao promotor . Com base na prova produzida em inspeção extraordinária do Tribunal de Contas e no processo administrativo disciplinar do Conselho Nacional do Ministério Público, a transação imobiliária foi considerada superfaturada e realizada sem as formalidades legais.
O promotor retornou para Apuí onde fixou residência. Voltou a ser manchete hoje, após o arentado a Osvaldo Santos de Souza.

