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Acne e piolho: entenda os riscos do uso coletivo de capacete

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Acne e piolho: entenda os riscos do uso coletivo de capacete
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O uso compartilhado de capacetes em corridas de moto por aplicativo pode representar riscos à saúde da pele e do sistema respiratório, segundo especialistas da rede Hapvida. A prática, comum em todo o Brasil, principalmente em regiões de clima quente e úmido como a Amazônia, favorece a proliferação de fungos, bactérias e vírus, quando os equipamentos não passam por higienização adequada.

De acordo com o dermatologista Diogo Pazzini, o ambiente quente, úmido e abafado dentro do capacete pode causar acne, dermatite seborreica, infecções fúngicas, além de irritações e queda localizada de cabelo. Já a infectologista Dessana Francis Chehuan destaca que o uso coletivo também facilita o contágio de doenças respiratórias, como gripes, sinusite e amigdalite, por meio de gotículas de saliva e secreções acumuladas.

Entre os sintomas mais comuns estão coceira, espinhas, tosse, dor de garganta e irritação na pele. A orientação médica é procurar atendimento ao perceber sinais de infecção, já que o tratamento precoce torna a recuperação mais rápida e evita agravamentos. A prevenção inclui o uso de toucas descartáveis, higienização com álcool 70% e evitar o compartilhamento sempre que possível.

Estima-se que mais de 10 milhões de brasileiros utilizem motos diariamente. Em nota, a Hapvida reforça a importância de cuidados simples para evitar contaminações, especialmente em um momento de alta circulação de viroses respiratórias. A empresa, que possui mais de 16 milhões de beneficiários, reforça a atuação na prevenção por meio de orientações médicas e infraestrutura espalhada por todo o país. 

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