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Abdala Fraxe e 14 donos de postos de gasolina condenados a seis anos de prisão

Depois de sete anos da Operação Carvão, da Polícia Federal, que desbaratou uma quadrilha composta por 15  donos de postos que criaram um cartel para tabelar o preço de venda de combustíveis e derivados de petróleo em Manaus, saiu a primeira sentença do juiz federal José Airton Aguiar Portela, condenando os réus Dibo de Oliveira Atem, Abdala Fraxe Júnior, Miqueias de Oliveira Atem, Adroaldo Lima de Carvalho, Otaviano Alves Magalhães Júnior, Geraldo Correa Dantas de Araújo, Valdir Duarte Alecrim, Orlando Marreiro Lúcio Filho, Dênis Antonio Abdala Tuma, Rui Ney Seixas  dec Souza, Oseias da Silva Lima, Haraldo de Lima Ale, Hileano Pereira Praia, Julio Cesar Pereira Querioz e Edson Bandeira Carvalho. Embora denunciados pelo mesmo crime, as penas foram aplicadas diferenciadamente. Alguns dos crimes atribuidos aos envolvidos, não foram considerados pelo magistrados, que os absolveu, mas os condenou nas demais "ilicitudes"comprovadas em inquérito aberto pela Polícia Federa, com pena média de seis anois  reclusão,  transformada em regime semi-aberto.
 

O réu Abdala Fraxe Júnior, que hoje  é deputado pelo PTN,  pegou  seis  anos e seis meses de prisão, em regime semi-aberto "para o cumprimento das penas, "considerando o grau de culpabilidade, segundo o juiz, "caracterizada pela consciência da ilicitude de sua conduta",  condenado por formação de quadrilha com pena fixada  em  um ano e  seis  meses de reclusão e 30  dias multa; para o crime   contra a ordem tributária, ordem econômica e relações de consumo),  dois dois anos e seis meses de reclusão; para o crime contra a ordem tributária, ordem econômica e relações de consumo,dois anos e seis meses de reclusão.

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