Manaus não é mais uma das últimas colocadas em estatísticas de roubos e furtos de carros. E pior ainda: é o crime organizado que está por trás dessa nova realidade no Estado. A prova do crime é fácil de achar e o tamanho do perigo também, bastando que as pessoas interessadas se dirijam até a Avenida Nilton Lins, que atravessa o Parque das Laranjeiras, na Zona Norte, onde está localizada a sede da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos (DERFV).
O parqueamento da delegacia, com mais de 3 mil metros quadrados de extensão, está com sua capacidade de armazenamento de carros roubados ou furtados, completamente “estourada”. Ou seja, os policiais de plantão confirmam que não tem mais onde botar “cabritos”, como são conhecidos os veículos tomados de seus proprietários pelos bandidos, na base da força, ameaça, pressão e violência, quase que diariamente em Manaus.
A Divisão de Recebimento, Análise e Distribuição (D.R.A.D), a Corregedoria da Polícia e a própria DERFV , todas com equipes completas de investigação, perícia técnica e conclusão de peças de inquéritos relacionados a cada carro que está no parqueamento da Especializada, tiveram de marcar os veículos com suas siglas pintadas nos pára-brisas, para não se perderem o rumo dos trabalhos.
São carros de todas as marcas e modelos, muitos deles, inclusive estão se deteriorando aos poucos pela ação do tempo, já que são objetos de algum tipo de crime e mesmo quando aparecem os donos para reclamá-los, quase todos já estão a disposição da Justiça e ainda vai demorar muito para que seja permitida a liberação.
O delegado Alexandre Morais, titular da DERFV, diz que as quadrilhas de ladrões de carros agora não querem mais somente desmanchar os veículos que roubam, mas também trocar os mesmos em outros Estado, por droga e até armas de fogo contrabandeadas. Uma outra parte dos carros roubados está sendo usada pelos traficantes e pistoleiros, para o transporte de droga e também em episódios que envolvem crimes de pistolagem, como foi o exemplo de uma execução que ocorreu na semana passada no conjunto Eldorado, onde um homem foi morto com mais de 20 tiros. Carros roubados foram usados nesse crime.
O parqueamento da delegacia, com mais de 3 mil metros quadrados de extensão, está com sua capacidade de armazenamento de carros roubados ou furtados, completamente “estourada”. Ou seja, os policiais de plantão confirmam que não tem mais onde botar “cabritos”, como são conhecidos os veículos tomados de seus proprietários pelos bandidos, na base da força, ameaça, pressão e violência, quase que diariamente em Manaus.
A Divisão de Recebimento, Análise e Distribuição (D.R.A.D), a Corregedoria da Polícia e a própria DERFV , todas com equipes completas de investigação, perícia técnica e conclusão de peças de inquéritos relacionados a cada carro que está no parqueamento da Especializada, tiveram de marcar os veículos com suas siglas pintadas nos pára-brisas, para não se perderem o rumo dos trabalhos.
São carros de todas as marcas e modelos, muitos deles, inclusive estão se deteriorando aos poucos pela ação do tempo, já que são objetos de algum tipo de crime e mesmo quando aparecem os donos para reclamá-los, quase todos já estão a disposição da Justiça e ainda vai demorar muito para que seja permitida a liberação.
O delegado Alexandre Morais, titular da DERFV, diz que as quadrilhas de ladrões de carros agora não querem mais somente desmanchar os veículos que roubam, mas também trocar os mesmos em outros Estado, por droga e até armas de fogo contrabandeadas. Uma outra parte dos carros roubados está sendo usada pelos traficantes e pistoleiros, para o transporte de droga e também em episódios que envolvem crimes de pistolagem, como foi o exemplo de uma execução que ocorreu na semana passada no conjunto Eldorado, onde um homem foi morto com mais de 20 tiros. Carros roubados foram usados nesse crime.
