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'Entre Nós' estreia no Centro Cultural dos Povos da Amazônia

'Entre Nós' estreia no Centro Cultural dos Povos da Amazônia
'Entre Nós' estreia no Centro Cultural dos Povos da Amazônia

Manaus/AM - O filme “Entre Nós”, com texto e direção de Arnaldo Barreto, vai ser lançado neste sábado (19/12), em uma sessão especial no Centro Cultural dos Povos da Amazônia (Avenida Silves, 2222, Distrito Industrial). A exibição está marcada para 19h, no auditório Gabriel Gentil, com acesso gratuito. O número de vagas é limitado para 30 pessoas, e o agendamento pode ser feito pelo Portal da Cultura.

“Entre Nós” conta o drama de Amália (Izabel Vega) e Jandira (Dione Maciel), que vivem na Amazônia, nas margens do rio Tapajós.

A história acontece quando a jovem Amália (Fernanda Marquez) se envolve com os irmãos Ferreira, Renato (Lino Camilo) e Ricardo (Denis Carvalho) causando uma grande tragédia que marca para sempre a sua vida e de todos da Vila Paraíso.

O filme foi rodado em Fordlândia, no Pará, e no Museu Seringal Vila do Paraíso, localizado no Igarapé São João, na área rural de Manaus. A classificação indicativa é para 16 anos.

Além de Fernanda Marques, atriz carioca que fez trabalhos na Rede Globo, como a personagem Selma em “Onde Nascem os Fortes” e Samira em “A Fórmula”; e Lino Camilo, que estrela campanhas de publicidade em São Paulo, o elenco conta ainda com Bita Catão, Antonio do Espírito Santo, Ana Cláudia Motta e Paulo Altallegre.

“Era para ser um curta, começamos do zero, a equipe abraçou a ideia e, juntos, fizemos uma obra que não sabíamos a dimensão que iria tomar, por isso virou um longa-metragem. Estamos com um filme lindo, com atores incríveis, é uma dramaturgia consistente e estudada que tive a sorte de ter grandes profissionais”, comenta o diretor. “’Entre Nós’ é uma fonte de inspiração, amo fazer filmes de época. Para mim é desafiador, sempre me interessei pelas histórias amazônicas, gosto de personagens fortes, rios e florestas”.

Barreto conta que conheceu Fordlândia quando rodava outro filme no local e ficou fascinado com a história de Henry Ford, que construiu uma cidade americana no meio da floresta amazônica. Sobre o Museu do Seringal, ele destaca que gravar no espaço cultural era um sonho antigo e que a arquitetura ajudou a relatar a história.

“A reinvenção do artista é necessária, descobrindo novas formas de apresentar a arte e de absorver outros olhares. Pretendemos levar o filme para o mais longe possível, como festivais de cinema e mostras em outros espaços do Amazonas e do Brasil”, afirma Arnaldo Barreto.

Trajetória – Arnaldo Barreto é de Manaus e atua no cenário artístico desde o final dos anos 80. Ator, cantor, diretor, cineasta e produtor cultural, foi premiado seis vezes, consecutivamente, como melhor ator no Festival de Teatro da Amazônia.  No cinema, ganhou o prêmio de “Melhor Ator” no Festival de Cinema Guarnicê, em São Luís, no Maranhão.

Protocolos – O Centro Cultural dos Povos da Amazônia adotou todos os protocolos para prevenir a transmissão da Covid-19, como distanciamento social de 1,5 metro, totens de álcool em gel em pontos estratégicos, funcionários treinados e com equipamentos de proteção, aferição de temperatura na entrada do espaço e limpeza e higienização do local. O uso de máscara é obrigatório.

A saída do público após os eventos é realizada de forma imediata e não é permitida a permanência do público nos corredores do espaço.

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