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Amazonas

Eduardo lidera mobilização para governo manter IPI dos concentrados em 12%

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Foto: Divulgação

Em reunião com o titular da Secretaria de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec) do governo federal, Carlos da Costa, nesta terça (18/06), o senador Eduardo Braga (MDB/AM) defendeu a manutenção da alíquota de 12% do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os fabricantes de concentrados de bebidas não alcoólicas.

A reivindicação atende a um apelo do setor e contraria um decreto presidencial editado em setembro de 2018. A matéria estabelece as seguintes alíquotas para o segmento ao longo de 2019: de 1º de janeiro a 30 de junho, em 12%, e, de 1º de julho a 31 de dezembro, em 8%.

“Estamos falando de um setor que envolve muito mais que 31 empresas e quatro mil empregos diretos gerados. A cultura do guaraná produzido no Amazonas tem uma proposta de uso sustentável da biodiversidade amazônica e mobiliza milhares de pessoas. Tudo isso pode acabar com essas mudanças de alíquota do IPI”, alertou o parlamentar.

Potencialidades – Diante do secretário e de representantes do setor, Eduardo chamou atenção para as potencialidades econômicas que podem ser exploradas com a presença da indústria de concentrados em território amazonense.

Como exemplo, ele citou a possibilidade de um grande fabricante de refrigerantes presente no estado alavancar internacionalmente a produção de açúcar mascavo na calha do Rio Juruá, uma das localidades com um dos piores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do país. “Seria o brown sugar da Amazônia distribuído numa rede de capilaridade mundial, gerando milhares de empregos e valor agregado”, disse.

Receptivo aos apelos, Carlos da Costa pediu estudos de impacto, como custos e números de postos criados, além de levantamentos aos representantes do setor e se prontificou a dar uma resposta. “Finalmente, tivemos um diálogo. Houve boa vontade”,

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