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Carnaval 2020

Festa continua nesta sexta-feira no sambódromo de Manaus

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Escolas do Grupo de Acesso B desfilaram na quinta-feira - Foto: Michael Dantas/Secretaria de Cultura Escolas do Grupo de Acesso B desfilaram na quinta-feira - Foto: Michael Dantas/Secretaria de Cultura
Escolas do Grupo de Acesso B desfilaram na quinta-feira - Foto: Michael Dantas/Secretaria de Cultura

A sala rosa do PS 28 de Agosto


Manaus/AM - Nesta quinta-feira (20/2), no primeiro dia do Desfile das Escolas de Samba, oito agremiações do Grupo de Acesso B passaram pela pista do Centro de Convenções Professor Gilberto Mestrinho Sambódromo. A programação do Carnaval realizado pelo Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, continua nesta sexta-feira (21/02), às 21h, com o Grupo de Acesso A.

Para abrir o desfile, a GRES Gavião do Parque apresentou na avenida do samba o enredo Do Coração da Floresta, Música, Cor e Alegria: Pinheiro  A Voz do Samba da Amazônia, de Márcio Almino. Com cerca 300 componentes, a escola homenageou o cantor e compositor Uendel Pinheiro, referência na nova geração do samba.

A comissão de frente trouxe o tema O Berço do Samba, seguido do carro abre-alas Influências Musicais. Para contar a história do artista, a escola contou com seis alas: O Artista da Floresta, Pará, Samba, Mais Bela Sinfonia, Cavaquinho e Me Chama Pra Beber, além das tradicionais baianas e a Bateria dos Gaviões Furiosos.

Em seguida, a GRES Unidos da Coophasa evidenciou o Tambor, com o enredo de Jander Thomaz. Com uma alegoria e seis alas, Heranças Tribais, Xamãs, Taikô, Marcha dos Samurais, Congada, Batucada e Marujada e Consagração aos Orixás, a agremiação fez uma viagem na história do instrumento musical.

Novo Airão no samba

Os encantos do município de Novo Airão, distante 115 quilômetros de Manaus, foram destaque no desfile da GRES Império do Meninos Levados, que entrou na passarela com o tema Dos Fantasmas do Velho Airão ao Santo Ângelo a Procissão, Novo Airão 65 Anos, de Jean Charles.

Enquanto a comissão de frente mostrou a história da cidade Velho Airão, o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira representou os botos cor de rosa e o peixe-boi. O carro abre-alas também teve o boto cor de rosa em evidência, seguido das alas Parque Nacional de Anavilhanas, Papagaios e Araras, Paraíso dos Biólogos, Fundação Almerinda Malaquias, Guerreiros Waimiri Atroari, Eco Festival do Peixe-Boi, Ceviche Amazônico e Padroeiro Santo Ângelo.

Quarta escola a desfilar no Sambódromo, a GRES Império do Mauá apresentou o enredo Um Grito de Alerta, Salvem a Amazônia, Vamos Preservar, de Aldenor Maciel.

Cerca de 400 componentes contaram a história de uma índia guerreira que convocou todas as tribos da Amazônia para defender o meio ambiente nas alas Homens de Fogo, Fauna e Flora, Bares e Diversidades, Ativistas Brigadistas, Tribos da Amazônia, Ritual Indígena, Defensores da Floresta, Amigos do Mauá e Bandeira do Samba.

A GRES Mocidade Independente da Raiz também trouxe o meio ambiente para a pista do Centro de Convenções, com o enredo Amazônia  Encantos e Magia, de Cleumar Ferreira, com base nos livros Contos da Floresta, de Yaguere Yama; e Cismas do Interior, de João Melo.

No desfile, a agremiação fez uma homenagem à Floresta Amazônica numa perspectiva lúdica e didática, com a proposta de abordar os encantos e magias que povoam o imaginário por meio da comissão de frente Os Donos da Terra, do casal de mestre-sala e porta-bandeira O Canto Divinal do Uirapuru, da bateria Os Ribeirinhos e das alas Borboletas, Sol e Lua, Seres Encantados, Os Guardiães Jacarés, O Santuário Natura, Arara e Galo da Serra, A Sagacidade da Onça e O Poder das Ervas, além dos destaques O Saber Ancestral  Coruja e As Corujas Guardiãs.

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