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Dinheiro via do Escritório do Crime

PF descobre que policiais recebiam mesada para atrapalhar investigações da morte de Marielle

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em

Foto: Reprodução

A Polícia Federal constatou nessa quarta-feira (4), que policiais da Delegacia de Homicídios da capital que investiga a morte de Marielle Franco e de Anderson Gomes, recebiam uma espécie de mesada de milicianos para obstruir as investigações.

Segundo o site Uol, fontes revelaram que há na unidade agentes duplos que trabalham para o “Escritório do Crime” que teria ordenado a morte de Marielle e de vários outros desafetos. A função deles era impedir que denúncias ou informações relevantes chegassem as autoridade.

A denúncia da “mesada” já tinha sido apresentada por Orlando Curircia, um ex-PM que fazia parte do esquema e é apontado como um dos envolvidos na morte da vereadora e do motorista, mas agora a Justiça com provas concretas contra o grupo.

De acordo com a PF, o Escritório do Crime é formado por policiais e ex-policiais treinados em unidades de elite como o Batalhão de Operações EspeciaiS (BOPE). Entre os integrantes, muitos são snipers (atiradores de alto grau de precisão), como o PM reformado Ronnie Lessa, suspeito de ser o homem que puxou o gatilho contra Marielle.

A máfia e os agentes duplos devem ser investigados em uma nova operação para desmantelar o grupo e prender os envolvidos.

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