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Médicos se rebelam, professores endurecem e crise de confiança se instala no governo do Amazonas

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O governo do Amazonas enfrenta uma séria crise de confiança que se espalha dentro da própria máquina estatal, contaminando a saúde, a educação e  a segurança. O impacto na economia já é evidente, com forte retração de investimentos no Estado.

Não é uma crise qualquer, é uma crise de governo. De janeiro a abril a arrecadação caiu apenas 0,4%, mas a folha de pagamentos de servidores ‘inchada’ devorou 1,560 bilhão de R$ 3,492 bilhões arrecadados.

Os cirurgiões estão paralisando atividades por falta de insumos e pagamento. De janeiro até hoje 17 crianças cardiopatas, de uma fila de 255, já morreram por falta de atendimento.

Na saúde o vice Carlos Almeida tentou um “Plano Acme”, mas sem projeto e suas ações se tornaram invisíveis. Como era esperado se enroscou nas roldanas. Saiu por excesso de zelo e falta de competência. Não eliminou as filas, como diz a propaganda oficial, nem o número de mortes - seja por infecção  hospitalar,  seja por falta de leitos ou atendimento.


 Agora os hospitais que ainda funcionam vivem uma guerra de informações - a oficial, que nega a crise, e a real que mostra que a saúde não foi feita para ser  administrada por amadores. Envolve vidas, envolve dor. O Estado perdeu a noção desses fatores básicos, que é seu dever  de um lado proteger e de outro amenizar. 

O governo já corre o risco de uma paralisia geral, enquanto inquéritos investigativos são abertos pelo MPC/TCE, MPE e MPF.


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