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Condenado na "Operação Saúva" consegue reaver poupança entre bens colocados em indisponibilidade

Por Portal Do Holanda

19/09/2014 7h16 — em
Amazonas



Condenado em 2012 a 13 anos de prisão por crimes  contra a ordem tributária e fraudes em licitação, o empresário José Maurício Gomes de Lima  obteve na justiça o direito de reaver poupança incluída na  indisponibilidade de seus bens  por juiz de primeiro grau. Na decisão parcial que beneficiou o rẽu,  a desembargadora federal Mônica Sifuentes diz que a medida de indisponibilidade de bens não pode incidir sobre verbas de caráter alimentar, tais como salários e depósitos em caderneta de poupança no montante de até 40 (quarenta) salários.

José Maurício foi alvo de investigação da Polícia federal e preso na Operação Saúva em 2006, com outros acusados  (Cristiano da Silva Cordeiro, José Maurício Gomes de Lima, João Leitão Limeira, Ricardo de Oliveira Lobato, Lamark Barroso de Souza, Claudomira Pinto Cavalcante e Adalto Carneiro Pereira Portela Filho), que responderam pelos crimes contra a lei de licitações, corrupção ativa e passiva, uso de documento falso, lavagem de dinheiro, crimes contra a ordem tributária e formação de quadrilha.

Cristiano da Silva Cordeiro foi condenado a 92 anos e quatro meses de reclusão; José Maurício Gomes de Lima foi condenado a 13 anos de reclusão; João Leitão Limeira foi condenado a 26 anos de reclusão; Ricardo de Oliveira Lobato foi condenado a 21 anos de reclusão; Lamark Barroso de Souza foi condenado a 17 anos de reclusão; Claudomira Pinto Cavalcante foi condenada a 52 anos e oito meses de reclusão.  

 


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